Garoto, você foi um dos meus preferidos.

A gente não terminou, mas também não seguiu. Foi só um silêncio que se alongou até virar ausência. Um fim sem aviso, sem despedida, sem espaço para entender se o problema era eu, você ou simplesmente o tempo errado.

Confesso: quando percebi que não nos seguíamos mais, doeu. Não pelo clique do botão, mas pelo que ele simbolizava. Era como se você tivesse riscado mais uma linha invisível.

Garoto, você foi um dos meus preferidos. Bonito, gostoso e inacabado. Eu queria que tivesse dado certo. Queria ter tido mais tempo para descobrir as suas manias, as histórias e os gostos peculiares.

Mas ficou tudo em suspenso. E eu, com meu jeito meio idiota, fiquei tentando entender se fui só mais uma na sua lista, ou se, por um instante, você também acreditou que poderia ter algo e eu vacilei.

Talvez nunca saiba. Talvez não importe. Mas dentro da minha memória, você sempre será aquele bonito, gostoso e inacabado.

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